Troca de gestão gera crise
O Simers afirma que diversas unidades de saúde de Porto Alegre enfrentam falta de médicos após a troca de gestão da Atenção Primária. O sindicato cobra providências e alerta para impactos no atendimento à população.
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Redação I
7/7/20262 min read


Falta médico em postos
Moradores de diferentes regiões de Porto Alegre podem enfrentar dificuldades para conseguir atendimento nas unidades de saúde. O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) denunciou que a troca de gestão da Atenção Primária provocou a redução de equipes médicas em diversos postos da Capital e cobrou providências imediatas para evitar prejuízos à população.
Segundo o Simers, durante uma fiscalização realizada nesta terça-feira (7), foram identificadas unidades com equipes incompletas, vagas médicas em aberto e, em alguns casos, profissionais remanejados para cobrir a ausência de médicos em outros locais. O sindicato afirma que a situação gera preocupação principalmente em bairros que dependem exclusivamente da rede pública de saúde.
Postos enfrentam dificuldades
De acordo com o levantamento apresentado pelo Simers, há registros de vagas médicas em aberto em diversas unidades de saúde de Porto Alegre, entre elas:
Chácara da Fumaça;
Campo da Tuca;
Timbauva;
Morro da Cruz;
Recreio da Divisa;
Morro Santana;
Santa Helena;
Lomba do Pinheiro;
São José;
Panorama;
Esmeralda;
Vila Vargas;
Safira Nova;
Tijuca;
Santo Alfredo;
Jardim da FAPA;
Ceres.
Ainda conforme o sindicato, algumas equipes tiveram profissionais transferidos de outras unidades para evitar a interrupção completa dos atendimentos.
Sindicato cobra solução
O Simers afirma que a mudança de gestão não pode comprometer o acesso da população aos serviços básicos de saúde.
Para a entidade, é necessário recompor rapidamente as equipes médicas e garantir estabilidade nas escalas para evitar filas, cancelamentos de consultas e sobrecarga dos profissionais que permanecem em atividade.
O sindicato também informou que continuará acompanhando a situação das unidades e cobrando medidas para normalizar o atendimento.
Prefeitura é cobrada
Diante das denúncias, cresce a expectativa por um posicionamento da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre sobre a situação das escalas médicas e sobre as medidas que estão sendo adotadas para suprir as vagas.
A reportagem do MPV entrou em contato com a Prefeitura de Porto Alegre e deixa o espaço aberto para manifestação. Este conteúdo será atualizado caso haja retorno oficial.
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