Polícia Civil do RS desarticula grupo de golpes com falsas campanhas beneficentes

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul desarticulou um grupo criminoso que aplicava golpes usando falsas campanhas beneficentes na internet. Operação cumpriu mandados em quatro estados e investigados movimentaram milhões de reais em fraudes via Pix.

RIO GRANDE DO SUL

Redação I

5/28/20261 min read

Internet LED signage beside building near buildings
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Operação Eclipse

No dia 28 de setembro, a Polícia Civil do Rio Grande do Sul deu início à operação Eclipse, direcionada ao combate de um grupo criminoso envolvido em fraudes eletrônicas por meio de campanhas beneficentes fraudulentas na internet. Coordenada pela Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DPRCC/DERCC), a operação visa desarticular uma organização que lesou diversas vítimas em todo o país.

Detalhes da Ação e Prisões

No âmbito da operação, as autoridades cumpriram três mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, abrangendo os estados do Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. A ação resultou na prisão de três suspeitos. Segundo as investigações, o grupo criminoso usava a imagem de uma criança de 10 anos, residente em Capão da Canoa, diagnosticada com distrofia muscular de Duchenne, para angariar doações sob falsos pretextos.

Impacto das Falsas Campanhas e Recomendações

Os criminosos criavam campanhas falsas que imitavam com precisão as campanhas verdadeiras, utilizando fotos, vídeos e conteúdos de arrecadações legítimas. Através de anúncios patrocinados em redes sociais, as páginas fraudulentas induziam vítimas a realizar transferências financeiras via PIX. Uma das campanhas chegou a arrecadar mais de R$ 248 mil. As investigações revelaram que a movimentação financeira global do esquema alcançou cifras milionárias, com um uso extensivo de empresas intermediadoras de pagamento.

A Polícia Civil do RS alerta para a importância de verificar a autenticidade de campanhas beneficentes antes de fazer qualquer doação. É fundamental confirmar a legitimidade das arrecadações através de canais oficiais e desconfiar de links patrocinados ou páginas que foram criadas recentemente. A desarticulação desse grupo representa um passo significativo no combate às fraudes eletrônicas e na proteção do cidadão.

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