PCC vira alvo de Trump após expansão internacional
O PCC entrou na mira do governo Donald Trump após ser apontado pelos Estados Unidos como uma das maiores organizações criminosas do Hemisfério Ocidental. Entenda os motivos.
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Redação I
7/2/20262 min read


O PCC (Primeiro Comando da Capital) passou a ser um dos principais alvos do governo de Donald Trump após autoridades dos Estados Unidos ampliarem as ações contra organizações criminosas transnacionais. O grupo, criado em São Paulo em 1993, é acusado de expandir suas operações para dezenas de países e de utilizar o sistema financeiro internacional para movimentar recursos ligados ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.
Por que o PCC entrou na mira dos EUA?
Segundo o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, o PCC é considerado atualmente a maior organização criminosa do Hemisfério Ocidental. O governo americano afirma que a facção representa uma ameaça crescente por atuar no tráfico internacional de drogas, na lavagem de dinheiro e no contrabando de recursos financeiros.
A decisão faz parte de uma estratégia da administração de Donald Trump para ampliar o combate a organizações criminosas com atuação internacional, utilizando sanções econômicas e bloqueios financeiros contra pessoas e empresas suspeitas de colaborar com essas estruturas.
Origem do PCC
O PCC foi fundado em 31 de agosto de 1993 na Casa de Custódia de Taubaté, em São Paulo, após conflitos entre presos no sistema penitenciário paulista. Nos anos seguintes, a organização ampliou sua influência dentro dos presídios e passou a controlar atividades ligadas ao tráfico de drogas e outros crimes em diversas regiões do Brasil.
Expansão internacional
Com o fortalecimento da organização, o PCC passou a atuar em diferentes países da América do Sul e posteriormente expandiu suas conexões para Europa, Ásia e outras regiões. Segundo investigações, integrantes utilizam rotas internacionais para envio de cocaína e mecanismos sofisticados de lavagem de dinheiro.
Levantamentos do Ministério Público de São Paulo apontam que a facção possui integrantes ou colaboradores distribuídos em dezenas de países, tornando-se uma organização com atuação transnacional.
Sanções anunciadas
As medidas adotadas pelos Estados Unidos incluem sanções contra pessoas físicas e empresas suspeitas de integrar esquemas financeiros ligados ao PCC. O objetivo é bloquear ativos, restringir operações financeiras e dificultar a movimentação internacional de recursos provenientes do crime organizado.
Especialistas avaliam que o impacto das medidas pode atingir principalmente a estrutura financeira utilizada pela organização, considerada um dos pilares de sua expansão internacional.
Tags
PCC, Donald Trump, Estados Unidos, crime organizado, Primeiro Comando da Capital, facção criminosa, Tesouro dos EUA, lavagem de dinheiro, tráfico internacional, São Paulo, segurança pública, polícia.
Backlinks externos
Correio do Povo: https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/pol%C3%ADcia/como-o-pcc-nascido-em-sp-virou-alvo-de-donald-trump-1.1727589
Departamento do Tesouro dos EUA: https://home.treasury.gov/
Ministério Público de São Paulo: https://www.mpsp.mp.br/

