Clínicas mantém centro obstétrico fechado após surto de bactéria
O Hospital de Clínicas de Porto Alegre manterá fechado o Centro Obstétrico e a UTI Neonatal até quarta-feira para conter um surto da bactéria Serratia spp. Dois bebês morreram e oito pacientes foram infectados.
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Redação I
6/29/20264 min read


Clínicas mantém centro obstétrico fechado após surto de bactéria
PORTO ALEGRE – O Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) manterá fechados o Centro Obstétrico, a UTI Neonatal e a Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal pelo menos até quarta-feira (1º) para conter um surto da bactéria Serratia spp. Desde a última sexta-feira (26), oito pacientes tiveram infecção confirmada e dois bebês prematuros morreram nas últimas 48 horas. O hospital informou que ainda investiga se os óbitos têm relação direta com a infecção.
Oito pacientes foram infectados
Segundo o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, oito pacientes testaram positivo para a bactéria Serratia spp, sendo que o caso mais recente foi confirmado na manhã desta segunda-feira (29).
Os pacientes infectados permanecem internados em isolamento. Conforme a instituição, todos apresentam quadro grave, porém estável. Apesar da resistência da bactéria aos antibióticos mais comuns, o hospital esclareceu que ela não é classificada como multirresistente ou pan-resistente.
Dois bebês morreram e hospital investiga relação com infecção
Os dois óbitos ocorreram na UTI Neonatal e envolveram recém-nascidos prematuros extremos, com 23 e 27 semanas de gestação.
De acordo com o hospital, ambos já apresentavam estado clínico crítico antes da identificação da bactéria. A instituição realiza uma investigação para determinar se houve relação entre a infecção por Serratia spp e as mortes.
Gestantes são orientadas a procurar outras maternidades
Com a suspensão dos atendimentos, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre trabalha em conjunto com a rede de saúde para transferir gestantes que já estavam internadas.
Além disso, a orientação é para que novas parturientes procurem outras maternidades da Capital enquanto durar a interdição do Centro Obstétrico. A unidade também iniciou uma higienização completa da UTI Neonatal e das áreas afetadas para eliminar a bactéria e evitar novos casos.
Medida busca conter disseminação da bactéria
A suspensão temporária dos atendimentos foi adotada para impedir a propagação da Serratia spp dentro do ambiente hospitalar.
Segundo nota divulgada pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre, a instituição reforçou protocolos de controle de infecção, isolamento dos pacientes e limpeza das unidades atingidas. O hospital afirmou ainda que mantém compromisso com a transparência das informações e com a segurança de pacientes e familiares.
Situação segue sendo monitorada
A previsão é que o Centro Obstétrico permaneça fechado até quarta-feira, prazo que poderá ser reavaliado conforme os resultados das medidas de controle adotadas.
As autoridades de saúde acompanham a evolução do surto e a condição clínica dos pacientes internados, enquanto o hospital segue investigando a origem da contaminação e o possível vínculo entre a bactéria e os dois óbitos registrados.
Clínicas mantém centro obstétrico fechado após surto de bactéria
PORTO ALEGRE – O Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) manterá fechados o Centro Obstétrico, a UTI Neonatal e a Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal pelo menos até quarta-feira (1º) para conter um surto da bactéria Serratia spp. Desde a última sexta-feira (26), oito pacientes tiveram infecção confirmada e dois bebês prematuros morreram nas últimas 48 horas. O hospital informou que ainda investiga se os óbitos têm relação direta com a infecção.
Oito pacientes foram infectados
Segundo o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, oito pacientes testaram positivo para a bactéria Serratia spp, sendo que o caso mais recente foi confirmado na manhã desta segunda-feira (29).
Os pacientes infectados permanecem internados em isolamento. Conforme a instituição, todos apresentam quadro grave, porém estável. Apesar da resistência da bactéria aos antibióticos mais comuns, o hospital esclareceu que ela não é classificada como multirresistente ou pan-resistente.
Dois bebês morreram e hospital investiga relação com infecção
Os dois óbitos ocorreram na UTI Neonatal e envolveram recém-nascidos prematuros extremos, com 23 e 27 semanas de gestação.
De acordo com o hospital, ambos já apresentavam estado clínico crítico antes da identificação da bactéria. A instituição realiza uma investigação para determinar se houve relação entre a infecção por Serratia spp e as mortes.
Gestantes são orientadas a procurar outras maternidades
Com a suspensão dos atendimentos, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre trabalha em conjunto com a rede de saúde para transferir gestantes que já estavam internadas.
Além disso, a orientação é para que novas parturientes procurem outras maternidades da Capital enquanto durar a interdição do Centro Obstétrico. A unidade também iniciou uma higienização completa da UTI Neonatal e das áreas afetadas para eliminar a bactéria e evitar novos casos.
Medida busca conter disseminação da bactéria
A suspensão temporária dos atendimentos foi adotada para impedir a propagação da Serratia spp dentro do ambiente hospitalar.
Segundo nota divulgada pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre, a instituição reforçou protocolos de controle de infecção, isolamento dos pacientes e limpeza das unidades atingidas. O hospital afirmou ainda que mantém compromisso com a transparência das informações e com a segurança de pacientes e familiares.
Situação segue sendo monitorada
A previsão é que o Centro Obstétrico permaneça fechado até quarta-feira, prazo que poderá ser reavaliado conforme os resultados das medidas de controle adotadas.
As autoridades de saúde acompanham a evolução do surto e a condição clínica dos pacientes internados, enquanto o hospital segue investigando a origem da contaminação e o possível vínculo entre a bactéria e os dois óbitos registrados.
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Hospital de Clínicas de Porto Alegre, HCPA, Centro Obstétrico, UTI Neonatal, Serratia spp, bactéria, Porto Alegre, saúde, infecção hospitalar, recém-nascidos, Rio Grande do Sul

